O tempo de cada um para fazer rápido e bem feito!
A mudança é um fator constante na vida das pessoas, as bases sociais, econômicas e políticas na atualidade vislumbram o constante movimento. Adaptar-se ainda é algo essencial. Vestimentas à ocasião e temperatura, vocabulário quando conversamos com alguém, e encontrar as linguagens e ações corretas para cada circunstância.
A transição entre tantas possibilidades torna necessário encarar mudanças e adaptações como um desafio a ser cumprido e o mais importante é aprendermos a respeitar o nosso próprio tempo. Muitas vezes o dinamismo a velocidade e a rapidez para efetuar as mudanças podem prejudicar o resultado final.
Existe um tempo mínimo para realização de certas atividades e esse tempo varia de pessoa para pessoa.
O suposto “ganho de tempo” gerado quando se confunde o sadio sentimento de urgência com o sentimento de emergência, pode implicar em estresse e desgaste emocional, pondo em risco um fator primário que é a saúde.
Quando se trabalha numa grande ou pequena empresa e a pressão faz parte do dia a dia começamos a perder sem perceber, começamos suprimir qualidade e minar até mesmo uma possível mente brilhante, o que cedo ou tarde levará a exaustão, ou seja: não aguentar mais executar determinada função ou querer mudar de área. Os limites do ser humano existem e não são generalizados, são individuais, na verdade cada um tem seu modus operandi. Não respeitar essa ”velocidade individual” para determinadas funções pode gerar desgaste.
Os seres humanos têm habilidades e talentos diversos, portanto não adianta forçar e exigir demais em certos casos.
Identificar e direcionar às atividades que abordam os pontos fortes de cada um é extremamente eficaz, esse pode ser um papel desempenhado pelo líder ou uma sugestão do próprio funcionário. Assim as pessoas podem trabalhar com mais satisfação e motivação, o que acaba sendo mais produtivo a curto e longo prazo.
Encare seus limites e respeite os dos outros, assim todos saem ganhando!




































