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O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e o mais frequente no mundo. Cerca de 11 mil mulheres morrem de câncer de mama por ano no Brasil. A única maneira de prevenir esse tipo de câncer é realizar exames médicos específicos, como a mamografia e o ultrassom da mama, e fazer o autoexame.
Sendo mais comum entre as mulheres mais velhas, é raro a ocorrência antes dos 35 anos. Homens também podem ter câncer de mama, porém corespondem por apenas 1% dos casos relatados.
Quando o câncer cresce no tecido da mama e espalha-se para fora as células cancerosas podem geralmente ser encontradas no nódulos linfáticos abaixo dos braços. Se o câncer alcançou esses nódulos, isso significa que pode ter se espalhado, ou metastizado, para outras partes do corpo.
No entanto, hoje em dia já existem várias formas de tratamento para o câncer de mama, mas todas elas funcionam melhor se a doença for diagnosticada cedo. Porém, existem casos em que se faz necessário a Mastectomia. Procedimento cirúrgico que consiste na retirada total ou parcial da mama.
Este procedimento ainda que eficaz, pode trazer conseqüências desastrosas a auto-estima da paciente. Uma reação até esperada. Afinal, estamos falando da perda de um símbolo importante da feminilidade. E por esta razão, o ideal é a reconstrução da mama com cirurgia plástica logo que a mama é retirada.
Assim, a paciente é poupada de acordar da cirurgia sem uma parte tão especial de seu corpo. A cura do câncer de mama pode se dar por meio da mastectomia e sessões de químio e radioterapia, mas a saúde plena da paciente só será restabelecida com o seu completo bem-estar físico, mental e social. De modo que a reconstrução mamária tornasse uma necessidade.
Quando todo o tratamento clínico termina, inicia-se a segunda etapa da reconstrução da mama, a simetrização. Nessa fase pode ser preciso operar a outra mama para se obter um equilíbrio de volume e de forma entre as duas. A última etapa é a reconstrução do complexo aréolo mamilar. A aréola pode ser reconstruída enxertando tecido da “raiz da coxa” ou “pele da virilha”. O enxerto de pele nem sempre trás a aprovação da paciente devido diferença de cores das aréolas.
É nesta hora que entra o Micropigmentador. Indicada pelos cirurgiões plásticos para reparar ou reconstruir a aréola mamaria a Micropigmentação Paramédica, possibilita através de técnicas avançadas de dermopigmentação a reprodução uniforme da cor e formato das aréolas.
Mas este é um trabalho que deve ser feito por um profissional Micropigmentador extremamente hábil, que tenha habilidade e sensibilidade.
Caso contrário, o resultado não terá o efeito desejado e a paciente pode ficar ainda mais traumatizada.
Além de habilidade e senso estético, o segredo da Micropigmentação nos seios está na escolha das cores e técnicas a serem aplicadas. As cores se transformam depois da aplicação conforme o tipo de pele, textura e cicatriz. Por esse motivo, só é definida a tonalidade do pigmento 30 dias após a realização da primeira sessão. Durante este período, a pele se renova naturalmente e expulsa entre 30% e 50% do pigmento. Por isso, é necessário esse período para avaliar as tonalidades das aréolas e definir as cores com segurança.
Como já dissemos um trabalho tão complexo só pode mesmo ser realizado por profissionais capacitados e com experiência. Afinal, o médico cirurgião após a realização de uma cirurgia tão complexa, não recomendaria a paciente as mãos de qualquer um.
Esta necessidade e busca por bons profissionais do “embelezamento estético paramédico” vem crescendo cada vez mais. Além de muito rentável é uma profissão extremamente prazerosa. Pois além de receber bem por isso, você tem a oportunidade de resgatar a autoestima das pessoas.
Não perca tempo!
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