Prof Liníria Reinaldo estreia no MagBlog

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Enfermeira e farmacêutica por formação, podóloga e micropigmentadora por paixão, professora por vocação.

Durante minha primeira profissão, enfermeira, fui compelida a buscar um curso que me permitisse ajudar ainda mais os  pacientes acamados e com mobilidade reduzida,  escolhi então fazer podologia.

Foi nesse momento que conheci a Mag Estética e minha carreira tomou outro rumo. Me identifiquei muito com a área e logo fui convidada a fazer parte do corpo docente da escola e ministrei o curso de podologia por alguns anos. Nesse meio tempo realizei também o curso de farmácia para aumentar meu conhecimento e poder orientar sobre patologias pédicas.

Fui então apresentada à técnica de micropigementação quando ainda era podóloga e me apaixonei. Hoje, com alegria, faço parte da equipe de professores de micropigmentação na Mag Estética são paulo e acompanho também a equipe no programa “Mag pelo Brasil”.

Abaixo está o primeiro artigo que fiz para o MagBlog, espero que gostem!

O micropigmentador trabalha no maior órgão do corpo humano, a pele. Por isso, é imprescindível que este profissional tenha sempre em mente que, ao fazer seu trabalho, está lesionando e abrindo uma porta de entrada neste complexo organismo, que entre outras funções é responsável pela regulação térmica, defesa orgânica, controle do fluxo sanguíneo e proteção contra diversos agentes do meio ambiente.  Como é de se esperar, a pele também é sujeita a patologias diversas, como a psoríase.

A psoríase é uma doença de pele bastante comum, que se caracteriza por lesões avermelhadas e descamativas, parapsornormalmente formando placas. Essas placas aparecem com maior frequência no couro cabeludo, cotovelos e joelhos, mas pés, mãos, unhas, sobrancelhas e outras regiões também podem ser afetadas. A extensão da psoríase varia de pequenas lesões localizadas até o comprometimento de boa parte da pele nos casos mais graves.

Mesmo que a cliente não informe sofrer da doença na ficha de anamnese, é responsabilidade do micropigmentador estar atento a quaisquer alterações na pele.  Se desconfiar de que a pessoa tenha psoríase ou qualquer outra doença, deve questionar e se informar sobre o retrospecto da doença, as áreas comumente atingidas e a extensão das lesões. Se o local a ser pigmentado estiver atingido, cancele o trabalho e solicite à cliente uma autorização médica.

Se, no entanto, a região a ser trabalhada não estiver lesionada, o trabalho é permitido. Deve-se, contudo, alertar que a agressão à pele inerente ao trabalho de micropigmentação pode desencadear o processo psoriático na área ainda não atingida. E caso a doença se manifeste no local, a fixação dos pigmentos ficará comprometida, tendo em vista a psoríase se caracterizar por um processo de renovação celular acelerado.

Um micropigmentador responsável é aquele profissional que se preocupa com a vida sistêmica do paciente. O objetivo é sempre trabalhar a pele íntegra, livre de afecções, revelando e ressaltando a beleza, jamais prejudicando a saúde.

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