Tebori: um parceiro do realismo

Tebori: um parceiro do realismo

Embora tenha milhares de anos de história, o tebori caiu no gosto dos micropigmentadores recentemente. Mas o indutor manual, nome técnico do instrumento milenar de origem japonesa, não deve ser utilizado em qualquer trabalho. Então surge a pergunta: quando o micropigmentador deve usá-lo?

O master Mag Victor Vasconcellos responde. “O indutor manual deve ser selecionado especificamente para trabalhos realistas”, comenta. Ou seja, tebori e fio-a-fio formam uma combinação de técnica e resultado bastante apropriada.

Victor também destaca um motivo para uma melhor definição dos traços. “A praticidade vem pelo fato de o tebori não ter a mesma trepidação do dermografo. Isso faz com que ele seja de fácil manuseio.”

Claro que não basta pegar um tebori e sair fazendo trabalhos por aí. Muitos profissionais de micropigmentação não procuram cursos. Como consequência, os resultados ficam abaixo do esperado. “O aparelho é barato e há muitos ‘professores’ na internet”, alerta Victor.

Há também a restrição de pele. Tecidos mais maduros ou com problemas específicos não aceitam bem a indução manual.

Por fim, o tebori não exclui o uso do dermógrafo e vice-versa. A técnica híbrida utiliza os dois aparelhos.

O que vale, no final, é a boa qualificação do micropigmentador, com estudo de técnicas variadas para atender as diferentes vontades e necessidades das clientes.

A Mag oferece cursos para auxiliar o micropigmentador a desenvolver suas habilidades com o tebori. Com a devida especialização, o micropigmentador poderá oferecer melhores serviços. Assim, ele agrega valor ao seu trabalho, deixando as clientes satisfeitas com sobrancelhas realistas.

Share

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *